Se a cada envolvimento pessoal alimentamos, envenenamos a alma, a cada separação somos confrontados com a vida.
segunda-feira, maio 07, 2012
Noite perfeita...1 parte
Ele me virou de costas, beijou minha nuca,foi passando lábios e linguá nas minhas costas,me apoiou em armário de ferro,abaixou as suas calças,levantou minha saia me colocou meia que de quatro e enfiou seu
mastro no meu cuzinho nossa que delicia a sensação maravilhosa,ele puxava meus cabelos e q falava nos meus ouvidos ...
-Passei a noite inteira querendo colocar nessa bundinha gostosa .. me deixa socar tudo..
E assim ele fez, nossa que socada,pude sentir tudo aquilo dentro de mim enquanto o som rolava,todo mundo dançava e eu rebolava gostoso no Pau do moreno desconhecido ..parecia um sonho ,uma loucura alguém poderia ver, mais isso não me preocupava queria saciar minha fome,queria gemer de prazer...
gostei de vc minha putinha sub
gostei muito....
me conte como vc iria me servir....
viria até aonde eu moro?
moro em guaratiba.....
agora sou seu dono......vai ser a minha puta obediente e submissa..
quero fotos mais ousadas..
fico aguardando....
Oi!!!
Já que vc atendeu ao meu chamado....
quero vc para me servir sexualmente.
quero saber como vc é,aonde mora,idade,quero saber tudo....
terça-feira, fevereiro 14, 2012
Grupos LGBT cubanos convocan a marcha no oficial por el orgullo gay
Grupos LGBT cubanos convocan a marcha no oficial por el orgullo gay
La Habana – (Agencias)
La concentración será el 28 de junio, a las tres de la tarde, en el Paseo del Prado. “Daremos por terminado el paseo con un gigantesco abrazo colectivo a las 4 de la tarde”, señala la El Observatorio Cubano de los Derechos LGTB.
“Se espera que los compañeros amigos de la policía política, estén de observadores pacíficos”, enfatiza la agencia cubana independiente Hablemos Press.
El pasado 14 de mayo, grupos LGBT salieron a la céntrica calle 23, dirigidos por Mariela Castro. La prensa internacional se hizo eco del evento, pero grupos LGBT no alineados con el oficialismo exigen su derecho manifestarse el Día del Orgullo, de manera independiente.
La Habana – (Agencias)La concentración será el 28 de junio, a las tres de la tarde, en el Paseo del Prado. “Daremos por terminado el paseo con un gigantesco abrazo colectivo a las 4 de la tarde”, señala la El Observatorio Cubano de los Derechos LGTB.
“Se espera que los compañeros amigos de la policía política, estén de observadores pacíficos”, enfatiza la agencia cubana independiente Hablemos Press.
El pasado 14 de mayo, grupos LGBT salieron a la céntrica calle 23, dirigidos por Mariela Castro. La prensa internacional se hizo eco del evento, pero grupos LGBT no alineados con el oficialismo exigen su derecho manifestarse el Día del Orgullo, de manera independiente.
O NUH
O Nuh/UFMG é um núcleo da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG, que tem como propósito congregar pesquisadores e desenvolver atividades de pesquisa, ensino e extensão voltadas para o reconhecimento dos direitos, da cidadania, das identidades e das práticas culturais, políticas e sociais de indivíduos e grupos LGBT. Criado em dezembro de 2007, através de convênio entre a UFMG e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (Programa Brasil sem Homofobia),
Fórum Social Temático 2012: militância LGBT, presente!
Fórum Social Temático 2012
Uma grande diversidade de pessoas, ideias e ideiais – e, como não podia deixar de ser, a bandeira do arco-íris também passou por lá.
Uma grande diversidade de pessoas, ideias e ideiais – e, como não podia deixar de ser, a bandeira do arco-íris também passou por lá.
sexta-feira, janeiro 27, 2012
quinta-feira, janeiro 26, 2012
Forced Sterilization for Transgender People in Sweden
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=N5BItMiWM60
Forced Sterilization for Transgender People in Sweden
Little known fact about Sweden, that supposed bastion of liberal idealism: If a Swedish transgender person wants to legally update their gender on official ID papers, a 1972 law requires them to get both divorced and sterilized first.
Sweden is considered extremely gay-friendly, with one of the highest rates of popular support for same-sex marriage, and more than half the population supports gay adoption. Arguing that the current law is both unpopular and abusive, the country's moderate and liberal parties want to see it repealed. In response, the small but powerful Christian Democrat party formed a coalition with other right-of-center parties to join in upholding the requirement for sterilization. End result: a proposal for new legislation that allows trans—a preferred term for many people who undergo gender reassignment—to be married but continues to force them to be sterilized.
Nicole Pasulka Social Media Intern Nicole Pasulka is the social media intern at Mother Jones. For more of her stories, click here. Follow her on Twitter
Forced Sterilization for Transgender People in Sweden
Little known fact about Sweden, that supposed bastion of liberal idealism: If a Swedish transgender person wants to legally update their gender on official ID papers, a 1972 law requires them to get both divorced and sterilized first.
Sweden is considered extremely gay-friendly, with one of the highest rates of popular support for same-sex marriage, and more than half the population supports gay adoption. Arguing that the current law is both unpopular and abusive, the country's moderate and liberal parties want to see it repealed. In response, the small but powerful Christian Democrat party formed a coalition with other right-of-center parties to join in upholding the requirement for sterilization. End result: a proposal for new legislation that allows trans—a preferred term for many people who undergo gender reassignment—to be married but continues to force them to be sterilized.
Nicole Pasulka Social Media Intern Nicole Pasulka is the social media intern at Mother Jones. For more of her stories, click here. Follow her on Twitter
terça-feira, janeiro 24, 2012
terça-feira, dezembro 06, 2011
Deputado Jean Wyllys é vítima de novas ameaças de morte na internet
"Tiro no meio da noite"
Segundo um usuário do microblog, que criticou os homossexuais e a luta de Wyllys por direitos mais amplos para a população LGBT, "um tiro no meio da noite poderia facilmente calá-lo". Logo depois, o mesmo usuário teceu elogios ao pastor evangélico Silas Malafaia.
brasil.gay1 Ameaças de morte
sábado, dezembro 03, 2011
quinta-feira, dezembro 01, 2011
Igualdade na diversidade: a luta pelo reconhecimento dos direitos dos homossexuais no Brasil
Artigo procura refletir sobre como a sistemática discriminação e violência contra os homossexuais, o que impede o próprio incremento da
cidadania no Brasil, pois torna estruturalmente sancionada a exclusão e a desigualdade social. A principal questão é demonstrar que os preceitos constitucionais e os direitos fundamentais são violados quando são negados aos LGBT o direito à vida, à dignidade e à segurança.Assim, será defendida a tese de que a proteção e a promoção dos direitos desse segmento específico da sociedade significa também um ganho geral para o exercício da cidadania.
Osvaldo Fernandez
Igualdade na diversidade
Em busca da defesa de direitos da população LGBT
Um grupo formado principalmente por operadores do Direito, com participação de profissionais de outras áreas, sem restrições, pois nosso trabalho é multidisciplinar.Todos os nossos membros têm um objetivo em comum, que é: o de lutar pela dignidade da população LGBT, na busca de seus mais amplos direitos. Em nossa carta de intenções destacamos nossas principais metas.O Grupo completou 1 ano de existência, realizando reuniões duas vezes por mês, discutindo diversas questões e atuando em muitos eventos e com tal esforço já se tornou referência na temática LGBT. A cada dia que passa, nos desenvolvemos e nos solidificamos mais em nossa luta, e em breve, a sociedade poderá colher e desfrutar do resultado sólido de nosso trabalho.
Os integrantes do GADVS são pessoas sérias e íntegras, comprometidas com a luta em prol do respeito a diversidade sexual e com a evolução do Judiciário. No que tange às questões LGBT’s - Os membros do grupo estão preparados para dar suporte jurídico e orientação a qualquer cidadão.
Direito Homoafetivo
Consolidando Conquistas
A HOMOSSEXUALIDADE NA JUSTIÇA
Diante do silêncio do legislador, é a jurisprudência a mais importante ferramenta para assegurar a homossexuais e transexuais o exercício de cidadania.
Os avanços são muitos, mas é enorme a dificuldade de acesso aos julgados que sinalizam os progressos que o direito à livre orientação sexual vem alcançando na Justiça.
Daí a necessidade de formar uma grande rede de informações e disponibilizar as vitórias já obtidas pela população LGBT. Com certeza este é um compromisso de todos que acreditam na necessidade de contruir o direito homoafetivo como um novo ramo do Direito. Mas, é indispensável coragem de ousar, única forma de consolidar conquistas.
Maria Berenice DiasOs avanços são muitos, mas é enorme a dificuldade de acesso aos julgados que sinalizam os progressos que o direito à livre orientação sexual vem alcançando na Justiça.
Daí a necessidade de formar uma grande rede de informações e disponibilizar as vitórias já obtidas pela população LGBT. Com certeza este é um compromisso de todos que acreditam na necessidade de contruir o direito homoafetivo como um novo ramo do Direito. Mas, é indispensável coragem de ousar, única forma de consolidar conquistas.
A HOMOSSEXUALIDADE NA JUSTIÇA
Professora transexual mineira é a primeira a ter nome social registrado no Estado
Professora transexual mineira é a primeira a ter nome social registrado no Estado
24/10/2011 – 16h34 Renata Tavares, Especial para o UOL Educação, Em Uberlândia (MG)
A partir do próximo mês, a folha de pagamento e o registro de presença da transexual professora da rede estadual de Uberlândia (556 quilômetros de Belo Horizonte), Sayonara Nogueira, 37 anos, virão com o nome social e não mais com o de registro, Marcos Nogueira. A nomeação foi feita pelo governador Antônio Anastasia no sábado (22), por meio da criação de ações contra o preconceito a homossexuais.
Os órgãos do Estado, a partir de agora, devem chamar travestis e transexuais pelo nome social. Na prática, o nome social será adotado em documentos de identificação funcional, comunicações internas do governo do Estado e durante os atendimentos em hospitais, delegacias, escolas e qualquer outro órgão público.
Nogueira é professora de geografia em duas escolas estaduais da cidade mineira e foi a primeira transexual do Estado a ser nomeada. “Para nós essa é uma grande conquista, pois serei chamada pelo meu nome social. Isso faz com que me sinta ainda mais respeitada”, disse. Para ela, a medida mostra que os transexuais podem ocupar diversos espaços na sociedade. “Muita gente acha que travestis e transexuais estão relacionados à prostituição e nós estamos mostrando que não é bem assim”, disse.
Ela conta que trabalha com alunos que tem entre 11 e 16 anos e nunca sofreu preconceito por parte deles e dos pais, porém com colegas de trabalho sim. No ano passado, ela precisou acionar a Coordenação Especial de Políticas de Diversidade Sexual do Estado para que uma inspetora pudesse chamá-la por Sayonara. “Ela me chamava de Marcos na frente dos meus alunos e todos me conhecem por Sayonara. Me deixava constrangida. Fizemos um acordo e ela passou a me respeitar”, disse.
Além de Nogueira, Walquíria La Roche, que trabalha na secretaria de Desenvolvimento Social e é coordenadora Especial de Políticas de Diversidade Sexual também foi nomeada. A resolução é conjunta e envolve as secretarias estaduais de Planejamento, Orçamento e Gestão, além da de Desenvolvimento Social. Ela não prevê punições para quem violar o novo regulamento.
Os órgãos do Estado, a partir de agora, devem chamar travestis e transexuais pelo nome social. Na prática, o nome social será adotado em documentos de identificação funcional, comunicações internas do governo do Estado e durante os atendimentos em hospitais, delegacias, escolas e qualquer outro órgão público.
Nogueira é professora de geografia em duas escolas estaduais da cidade mineira e foi a primeira transexual do Estado a ser nomeada. “Para nós essa é uma grande conquista, pois serei chamada pelo meu nome social. Isso faz com que me sinta ainda mais respeitada”, disse. Para ela, a medida mostra que os transexuais podem ocupar diversos espaços na sociedade. “Muita gente acha que travestis e transexuais estão relacionados à prostituição e nós estamos mostrando que não é bem assim”, disse.
Ela conta que trabalha com alunos que tem entre 11 e 16 anos e nunca sofreu preconceito por parte deles e dos pais, porém com colegas de trabalho sim. No ano passado, ela precisou acionar a Coordenação Especial de Políticas de Diversidade Sexual do Estado para que uma inspetora pudesse chamá-la por Sayonara. “Ela me chamava de Marcos na frente dos meus alunos e todos me conhecem por Sayonara. Me deixava constrangida. Fizemos um acordo e ela passou a me respeitar”, disse.
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